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quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 19:08
O príncipe Dom João de Orleans e Bragança e o jornalista e escritor Gay Talese, durante o tradicional almoço oferecido pelo príncipe às estrelas do Flip em sua centenária casa de Paraty, uma das mais bonitas da cidade. Talese foi um dos criadores do New Journalism, nos anos 60/ 70, junto com Tom Wolfe, Truman Capote e Norman Mailer. Presentes também, entre outros, o biólogo neoevolucionista Richard Dawkins e o historiador Simon Schama. (Exclusiva) quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 18:12
De meio-dia às 5 horas, movimento fraquíssimo. E as ações ficaram praticamente no mesmo lugar. O fechamento foi em 51 mil pontos cravados, menos 1%. Movimento apenas de 4 bilhões, é o 22º dia que fica longe dos 5 bilhões. O dólar foi para 1,96 subindo 1,45%, nada importante. quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 16:35
Caderno de esportes: colocam a foto do britânico Murray e dizem que é o americano Roddick. E garantem que Roddick “venceu” o espanhol Juan Carlos Ferrero, difícil de acontecer pois ele jogou com o australiano Rewitt. Se repete diariamente, numa impressionante sucessão de erros. Ninguém percebe? quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 14:25
Há muito isso não acontecia: as 4 primeiras do ranking, duas russas e duas americanas, chegaram às semifinais. As duas americanas venceram, nenhuma surpresa. A forma como ganharam é que merece registro. Serena levou 3 horas e 3 sets para vencer a Mendieva. Venus ganhou de Safina (a número 1) por 6/1 e 6/0, em menos de uma hora. Depois de amanhã, mais essa luta entre as irmãs. Venus é mais técnica, Serena mais guerreira. quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 14:15
Laura Amadeu dos Santos: Somos mais de 200, nos reunimos todos os dias, nem todos, mas pelo menos 30 ou 40, o número, homens e mulheres, aumenta muito no fim de semana. A pergunta que gostaríamos de ver respondida hoje: a crise do Senado tem solução? E pode contaminar os outros Poderes e atingir o país inteiro? Comentário de Helio Fernandes: Mas é evidente que existe solução. Só que como é a mais grave de todos os tempos, o que é preciso é uma DECISÃO RADICAL. É obrigatória a transformação desse Senado ATENIENSE em ESPARTANO. Basta igualar o Senado que funcionava no Rio e acabar com essa monstruosidade que se transferiu para Brasília. O que eu chamo de Senado ESPARTANO é reconquistar o número de funcionários proporcionalmente ao que existia no Rio. As instalações têm de ser funcionais e não majestáticas como essas Brasília. Esses anexos DEVEM SER DERRUBADOS ou então aproveitados, mas não para mordomias de Brasília. À primeira vista parece difícil, mas não é. Durante 14 anos, de 1946 (Constituinte) até 1960 (mudança da capital), frequentei diariamente Câmara e Senado. O CONFORTO exibido hoje, sem precedentes. Naquela época, o Congresso funcionava com total competência, de forma quase frugal, mas de manhã à noite sem essa exibição de “luxo e prazer”. Se voltar ao passado é um avanço e uma lembrança de tempos de prestígio popular. Meia sola não resolve nada, é preciso sola inteira. “Não basta conhecer o problema, é preciso resolvê-lo”. quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 13:07
Por definição, são amestrados, servos, submissos e subservientes. Bastou a Bovespa subir um pouquinho para dizerem, “estamos em total recuperação”. Desmenti logo, e os números de hoje confirmam. São 12 horas quando diariamente faço a primeira postagem sobre o “mercado financeiro”. Com duas horas de jogatina, nenhuma alteração desde a abertura. Começou com menos 1,50% em 50.760 pontos, está em 50.890 queda de 1,30%. Volume de 1 bilhão e 100 milhões, não vai passar de 5 bilhões, como tenho registrado. O dólar abriu em 1,95 mais 1,02%, está exatamente nesses números. quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 12:30
Há 4 meses, os 16 países da EU (União Européia) confessavam 18 milhões de desempregados. Agora passou para 19 milhões, o que mostra que a crise não melhorou. Nos EUA, o desemprego atingiu 16 milhões de pessoas, e continua aumentando. “Sim, nós podemos”, a frase símbolo de Obama, mas ele não é o culpado. No Brasil, o desemprego é recorde desde Pedro Alvares Cabral e Pero Vaz Caminha, ou seja, 409 anos. Lula também não tem culpa, a não ser a de confundir um temporal com simples “marolinha”. (Exclusiva) quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 11:58
O Internacional surpreendentemente entrou em campo desatento, o que não podia acontecer. Sofreu logo um gol, quando devia fazê-lo. Aí já ficou difícil, impossível com o segundo gol. No segundo tempo fez dois gols, mas aí precisava de quatro. Quem mais comemorou fora de campo foi quem não fez nada dentro dele: Ronaldo. Badalou muito: “O Corintians apostou em mim, conquisto o segundo título no mesmo ano”. Ronaldo é escalado por causa da expectativa de gol. Quando não faz, desaparece, vá lá, não aparece. Os companheiros não confiam nele, não lhe dão a bola, quando dão, ele desperdiça. quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 11:46
Lula, condenando a deposição de Zelaya, mas numa reunião em que confraternizou com o ditador há 40 anos no Poder e visivelmente irritado: “Eu sou convidado, não posso perguntar quem é que vai e questionar sua ficha democrática”. O Globo num equívoco fantástico e que deve ter sido planejado, e não por acaso: “A bolsa brasileira ZEROU as perdas desde setembro do ano passado, no auge da crise global”. Ha! Ha! Ha! Números, apenas números, irrefutáveis. Em setembro, a bolsa chegou a 74 mil pontos, agora depois de 3 meses de alta, está em 52 mil, a maior alta, hoje. Precisa subir mais 42 por cento para voltar aos 74 mil pontos. De um ex-poderoso diretor e acionista do Bradesco: “O banco vive uma crise interna, que os órgãos de comunicação tentam esconder por interesses escusos”. Como eu perguntasse a razão da crise, resposta rápida: “Começou com a não reeleição do Cipriani na presidência, e agora a demissão de um diretor, fato deformado pela mídia”. Do escritor e principalmente jornalista Gay Talese, que está no Brasil para a Flip: “A crise é dos jornais e não do jornalismo”. Desde Gutemberg (jornais), Guglielmo Marconi (rádio) e autor desconhecido (televisão), a liberdade jornalística é manipulada pelos “proprietários”, que são negociantes e não profissionais. quinta-feira, 02 de julho de 2009 | 07:13
Muitos podem admitir, acreditar e até escrever, interrogando: Aécio não era o candidato que apresentava como opção entrar para o PMDB, com o apoio e a boa vontade de Lula? Era. Mas em política e em eleição, como na própria vida, a coerência consiste em mudar e não em ficar. Sem possibilidade de ter Aécio nos seus quadros, o PMDB, maior partido nacional, considerava que a vice-presidência era uma “conquista” mais do que razoável e compensatória. Mas esse PMDB não exibirá nenhuma revolta se não der o vice. Em 2002 e 2006, Lula foi buscar o vice, um quase desconhecido José Alencar, hoje um símbolo nacional de resistência, otimismo, fé e esperança. Portanto, nenhuma linha do que está neste ensaio ou análise antecipada pode ser considerada visão esdrúxula, que palavra, ou interpretação visionária. Os fatos não desmentem nem por um instante a revelação de agora. Embora tudo possa acontecer diferente, mas não de forma contraditória ou desastrada. Fica faltando o DEM, que não é pedra importante neste xadrez. Já na eleição para presidente do Senado, DEM e PSDB ficaram de lados opostos. De qualquer maneira, haja o que houver, o DEM não ganhará a presidência nem a vice. Nem em 2010, nem depois. Essa união entre dois candidatos tidos como inconciliáveis ou até irreconciliáveis, facilitaria encontros para a eleição de governadores e o preenchimento das duas vagas para o Senado. Seria uma espantosa e escandalosa UNIÃO NACIONAL. No pluripartidarismo, esses acordos são mais do que naturais, principalmente por acontecerem antes da eleição. Serra, Dilma e Aécio têm uma data comum: 31 de março de 2010, desincompatibilização. E um fato que resiste a interpretações: o destino ou o futuro da R-E-E-E-L-E-I-Ç-Ã-O. PMDB, PSDB, PT-PT e DEM, os quatro maiores partidos, não estarão representados por Serra ou por Dilma. Mas todos estarão perto do Poder, é o que interessa. O TERCEIRO MANDATO SEGUIDO, mais do que um sonho, uma obsessão, talvez leve os acordos para outra trajetória. Dilma e Serra podem estar ultrapassados antes de outubro de 2010. Dona Dilma é porta-voz e porta-estandarte de um presidente de quem depende fundamentalmente, mas que ainda aposta no terceiro mandato. Se tiver que sair, Lula corre o tremendo perigo de apoiar um perdedor, perdão, uma perdedora. José Serra quer voltar a 2002, “minha vez é agora, estou com 60 anos. Com 68, e a mesma falta de credibilidade, charme, carisma e fascínio, terá mais condições de se apossar do Planalto-Alvorada? PS- De qualquer maneira, inseparáveis ou irreparáveis, Serra-Dilma têm tudo para transformar 2010 num Vietnã ou Afeganistão, sem o menor suspense ou mistério. Que República. |
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