Esse 22 de julho, histórico, pela repercussão, violento pelo precedente, arbitrário pela forma, inaceitável pelo fato de todos dizerem que estávamos em pleno regime democrático. Aparentemente era isso mesmo, a nova ditadura (a segunda República) só existiria 9 meses depois, o tempo de gestação de uma vida.
No caso, do ponto de vista das instituições, a anti-vida, o holocausto, nas manchetes apenas um homem, mas por trás, todo um país, a comunidade inteira, os interesses colossais e monumentais que se movimentavam (antes do episódio e depois dele) eram de tal vulto, que justificavam qualquer violência.
Eu escrevia artigo e coluna diários, desde 1956, no bravo “Diário de Notícias”, a maior circulação do Rio, combatia mesmo, com nome e sobrenome, principalmente das grandes empresas que exploravam o Brasil de todas as maneiras. Não pararam de me perseguir, conseguiram finalmente em 1966, três anos depois, quando era candidato a deputado federal pelo MDB.
Tido e havido como o mais votado, comparavam com o que acontecera com Brizola em 1962. Ainda governador do Rio Grande do Sul, mas disputando pela Guanabara, governada por Lacerda.
Por volta da 1 da madrugada, um informante precioso parou o carro na porta da casa onde moro desde 1962, no alto do Jardim Botânico, me entregou um envelope, que tinha do lado de fora dois carimbos: “SIGILOSO” e “CONFIDENCIAL“.
Era uma circular assinada pelo ministro da Guerra do presidente João Goulart, se chamava Jair Dantas Ribeiro. Destinada apenas a 12 generais, o número deles, na época, era pequeno. Quem me entregava a circular SIGILOSA-CONFIDENCIAL era um deles, Cordeiro de Farias.
Como eu disse outro dia, em 1963 (até 1967) existiam matutinos e vespertinos. A Tribuna da Imprensa, como outros vespertinos, começava a circular ao meio dia, pude publicar a circular, na íntegra, no mesmo dia 22.
Estranhíssima, dúbia e contraditória essa circular. O general era ministro da Guerra de João Goulart, e denunciava um pretenso “MOVIMENTO COMUNISTA” para dominar o país. Estaria contra essa “COMUNISTIZAÇÃO“? Ou contra o presidente da República? Teria autorização do presidente? Ou agiria à revelia dele? Nunca se esclareceu.
Como acontecia diariamente, chegava ao jornal às 6 da manhã (saíra na véspera às 6 da tarde), metade do jornal estava feita. Resolvi publicar a circular na Primeira, logicamente sem o nome do general-informante, ele mesmo depois se identificaria aos meus advogados.
Junto com a circular, a explicação, que cito de memória, o jornal continua fechado, a perseguição à Tribuna da Imprensa não TEM nem TERÁ FIM. (Apesar do VOTO DO RELATOR DO SUPREMO, Celso de Mello, ministro e decano, que declarou que o processo transitara em julgado, e mais, TAXATIVO E TEXTUAL: “A UNIÃO TEM QUE PAGAR A INDENIZAÇÃO À TRIBUNA DA IMPRENSA, I-M-E-D-I-A-T-A-M-E-N-T-E”.
Publiquei a circular com a explicação simples e objetiva: “Se o Brasil estivesse em guerra com outro país, examinaria se a publicação da circular, poderia trazer prejuízos. Como o Brasil não está em guerra nem mesmo contra os seus exploradores, tenho não só o DIREITO, mas a OBRIGAÇÃO de publicar esse documento que ameaça o país”.
Só isso, e mais o documento oficial e os carimbos, com bastante destaque. Na época a repercussão do jornal era instantânea. Logo, logo os telefones não paravam. Se formaram filas de jornaleiros querendo mais exemplares, foi a terceira maior tiragem da existência do jornal, superada apenas em 1966 e 1967.
No mesmo dia, ia fazer um programa de televisão em Belo Horizonte, (TV Alvorada, Associada, a mais importante do estado) não alterei meu roteiro. Ia viajar às 4 da tarde, viajei, apesar das indicações de que seria preso. Não era bravata ou excesso de coragem, não podia, antecipadamente, me render aos que iriam me prender.
Tive o prazer, no aviaõ, de ir conversando com a grande e belíssima cantora Ester de Abreu, esqueci de tudo. Quando saltei, o aeroporto estava cheio de jornalistas, que me acompanharam nesse fim de tarde e início de noite. Todos sabiam que eu ia ser preso, parecia um fato e não suposição.
Também me esperavam dois assessores especiais do governador Magalhães Pinto, com o recado dele: “Você não vai falar na televisão e será preso, está decidido. Se você quiser voltar para o Rio agora, de carro, não haverá o menor problema”.
Agradeci a informação, (como governador, dava notícia OFICIAL). Quanto ao fato de voltar para o Rio, sem resposta, tanto fazia ser preso no Rio ou em BH.
Por volta das 20,30, me encaminhei para a televisão, acompanhado por aquele grupo de jornalistas. Jamais esqueci ou deixei de agradecer.
Na entrada do prédio, me esperando, o diretor de jornalismo da televisão. Constrangidíssimo, comunicou: “Helio, recebemos ordem de que você não pode falar, temos que cumprir”. Me convidou “para subir”, não tinha sentido. Fui preso logo depois, na porta do hotel, e levado para a ID-4 (Infantaria Divisionária da 4ª Região), comandada pelo general Carlos Luiz Guedes, que em abril de 1964 teria grande destaque, junto com o também general Mourão Filho.
Fui bem tratado, um coronel me comunicou que eu estava à disposição do ministro da Guerra, e pela manhã, “bem cedo” (fez questão disso) iria para o Rio. Dormiria ali, podia telefonar para quem quisesse. Liguei para Rosinha, minha mulher, preocupadíssima, me deu recado dos meus amigos, advogados Prudente de Morais neto e Adauto Lúcio Cardoso. Falaram: “Assim que for oficializada a prisão, entraremos com habeas corpus no Supremo. É o caminho natural, e a única ação que não precisa de procuração”.
Antes de ser levado para onde dormiria, pude “sentir” o terrível “clima” de divisão da “nação militar”. Muitos não se falavam, não se entendiam, se suportavam por causa da hierarquia e disciplina, base da existência militar. Acordei às 6 da manhã, lógico, não dormi, nem havia o que ler.
Às 7 horas fui levado para o refeitório comum, aí, a explosão da discórdia, da indisciplina, da divergência geral. Visível a hostilidade entre eles, e mais ou menos oculta, a hostilidade aberta contra mim. Mais de 100 oficiais presentes, uns fizeram questão de sentar onde eu estava, outros perguntavam, alto para que eu escutasse: “O que esse SUJEITO (textual) está fazendo aqui?”
Antes das 8 horas entrei no avião que me levaria (na época, traria) para o Rio. Trajeto curto, no Santos Dumont um carro me esperava. Levado para a Polícia do Exército, foi a minha chegada e entrada na Barão de Mesquita. Ainda não era o terrível Codi-Doi, depois Doi-Codi, que frequentei com assustadora assiduidade. Naquele dia, apenas DE PASSAGEM.
O comandante do Batalhão da Polícia do Exército, era o coronel Domingos Pinto Ventura Jr. Grande figura, ficou meu amigo até morrer, aos 91 anos. Como participara da FEB, foi presidente da Associação dos Expedicionários, não deixavam que saísse.
Me levou para um cubículo de 3 por 4, não era o que me preocupava, e sim o que disse: “Jornalista, o senhor ESTÁ PRESO INCOMUNICÁVEL POR ORDEM DO MINISTRO DA GUERRA. NÃO PODE RECEBER FAMILIARES OU ADVOGADOS“. Mais tarde eles chegaram. Além de Adauto Cardoso e Prudente de Moraes neto, Sobral Pinto e Prado Kelly. O coronel, educado e articulado, comunicou: “Os senhores não podem falar com o jornalista. Estou cumprindo ordens do ministro da Guerra”.
Para completar a farsa, outra determinação do ministro: como eu tinha direito à PRISÃO ESPECIAL, e além do mais não cometera nenhum crime, colocaram na porta do cárcere, um papel escrito: “PRISÃO ESPECIAL”.
***
PS – Fiquei apenas mais dois dias na Barão de Mesquita, com todas as restrições, até a comida era levada para o meu catre. Mas o coronel ia sempre conversar comigo. Obrigatoriamente, dois soldados perto, um deles estava lendo o “Jornal dos Sports”, perguntei ao coronel se podia me emprestar.
PS2 – Constrangidíssimo respondeu: “Não posso, jornalista, estaria desobedecendo a ordem do ministro”. Mas me levava livros sobre Napoleão, lógico, ídolo militar, livros sobre ele, em todo e qualquer quartel.
PS3 – Época de adversidade, estávamos em plena crise de energia, (o famoso RACIONAMENTO) a partir das 6 da tarde, ficava tudo completamente escuro. Tinha que empurrar uma mesinha, para através de uma janela estreita, ver a luz dos faróis dos carros que passavam.
PS4 – Dia 24 ou 25, fui levado para Brasília, por ordem do presidente do Supremo, ministro Ribeiro da Costa. (Amanhã, termino. O episódio é rigorosamente histórico, não pela minha prisão, mas por tudo que ela envolvia).
AMANHÃ: O FIM DA HISTÓRIA
Pediram 15 anos de prisão por causa da publicação de uma
circular SIGILOSA E CONFIDENCIAL. Se eu tivesse
cometido homicídio, quanto pediriam?









Caro Jornalista Helio Fernandes
Do que sei e do que conheço, você sempre foi um brasileiro muito visado e perseguido por conta de suas posições intransigentes e inegociáveis em defesa dos interesses do Brasil, das liberdades e da democracia, batendo sem trégua nos poderosos, opressores, traidores e entreguistas, com grande coragem, conhecimento de causa e contundente inteligência, não cedendo nem transigindo em suas obstinadas convicções na defesa de nosso País. Essa bela e incomum bandeira, sempre reconhecida e muito admirada por todos os brasileiros e nacionalistas, também, sempre odiada pelos poderosos entreguistas e opressores, que quando podem, lhe causam todo o tipo de dificuldades, ameaças e perseguições. Agora mesmo, em plena democracia, de modo injustificado e sem explicação alguma, continuam protelando, indefinidamente, o pagamento de sua indenização obtida na Justiça, após 30 anos de luta, pela explosão da Tribuna da Imprensa na ditadura militar. Ser nacionalista, defender as liberdades e a dignidade do ser humano, sempre teve um custo muito alto neste mundo insano, mau e burro.
A vida de Hélio Fernandes, de lances épicos, confunde-se com a trajetória dos bravos de todos os tempos e latitudes. As ameaças de processo, que a outros mortais preocupam, são encaradas com naturalidade pelo jornalista, que cumpre nesta vida uma predestinação. Mais uma ameaça, entre tantas investidas de inimigos, para calar a voz desassombrada, faz pouca diferença.
Leonel Brizola, no enfrentamento de suas lutas, acostumou-se a viver perigosamente. Nenhuma desfaçatez e nenhum troar de arrogância quebrantaram-lhe jamais o ânimo de idealista.
Francisco Alexandria, no calor das refregas, jamais perdera o sono em meio aos golpes dos que procuraram tirar-lhe a paz e infernizar-lhe a existência. A imagem que transmitia era de que lhe faziam bem aqueles tormentos, com riscos de prisão ou de morte.
Não se descobriu com que constituição foram postos no mundo esses bravos. Certo é que, por mais espalhafatosos os que procuram perturbar-lhes a normalidade de ânimo, não conseguem nem de longe amedrontá-los. Sequer os perigos reais conseguem amedrontar tais vultos intrépidos.
Quanto bem fazem à humanidade esses super-homens! Sem os intimoratos, em instantes decisivos, sem que lhes possa ouvir a palavra equilibrada — descortinadora de caminhos — os povos podem entrar em desespero.
Helio Fernandes, onde dissestes: “Estranhissíma, dúbia e contraditória essa circular”, bem poderia ser acrescentado como “explic/ação” o preâmbulo a ser encontrado em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cordeiro_de_Farias
“Em maio de 1950, foi derrotado nas eleições para a diretoria do Clube Militar, em disputa marcada por forte conteúdo ideológico. Cordeiro representava a corrente que defendia a participação do capital estrangeiro na exploração do petróleo brasileiro, enquanto que a chapa vitoriosa, liderada por Newton Estillac Leal, representava os setores nacionalistas das Forças Armadas.”
PS. Quer dizer, Helio Fernandes num ato foi “oficialmente impelido” com tal “esparrela” a trazer sobre sí seus efeitos e sob ameaças permanecer, em busca do que lhe parece alhures justo e prometido aos bem intencionados.
Como antecipar a dor dos efeitos de uma dolorida ferrada, escondida sob inocente e apetitosa isca?
Hélio, estimamos que você tenha chegado bem aos dias que correm.
Hélio, apenas uma observação: a verdadeira origem do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações/Centro de Operações de Defesa Interna), foi a famigerada e tristemente famosa OPERAÇÃO BANDEIRANTES, a OPERAÇÃO OBAN, que consistiu na associação criminosa entre empresários paulistas, o 1º Exército, o Governo do Estado de São Paulo, a prefeitura de São Paulo e outras autoridades, incluindo elementos da polícia paulista, entre eles o mais famoso de todos, o delegado SÉRGIO FERNANDO PARANHOS FLEURY que, juntos, articulados, engendraram a diabólica e exitosa política pública do Estado Ditatorial Nacional da tortura generalizada, institucionalizada e total, com a finalidade de exterminar as organizações armadas da extrema esquerda brasileira. Como autoridades que auxiliaram a implantar essa máquina de assassinatos no Brasil podemos nominar o então Governador de SP na época, Roberto de Abreu Sodré, o vetusto, insígne e respeitabilíssimo administrativista brasileiro e Secretário de Segurança da época, o Sr. Hely Lopes Meirelles, o então prefeito de SP Paulo Salim Maluf e empresários como Hening Albert Boilesen, assassinado pela ALN em abril de 71, que era o coletor do dinheiro e que participava das sessões de tortura, entre outros empresários da FIESP, além dos militares, que comandavam a organização, dentre eles o famoso líder de toda essa engrenagem, que era o então Major Carlos Alberto Brilhante Ustra, sob o comando do qual, por meio da utilização de metodologia científica de tortura aprendida junto aos americanos, que enviaram para o cone Sul na época “professores” de tortura, como Daniel Mitrione, o mago da tortura, que foi seqüestrado e assassinado pelo grupo de extrema esquerda uruguaio TUPAMAROS em 1.970, foi realmente dizimada a esquerda brasileira. Essa máquina de matar terminou por se sobrepor à comunidade de informações, ou talvez tenha sido por ela cooptada, e as duas juntas constituíram um quase invencível complexo de poder que atuou por muitos anos no Brasil, tendo sido responsável pelos assassinatos de Herzog, Fiel Filho, da cúpula do PC do B em 76, pelos atentados à OAB em 81, à própria Tribuna e finalmente, a mais assustadora manifestação da violência desse setor radicalmente direitista do regime, que foi o atentado do RIOCENTRO, em 1º/5/81 e que, por pouco, não resultou na morte de milhares de pessoas.
Este é o “nosso” repórter de sempre. Que maravilha de Artigo, que brilho.Sem mágoas ou dor de cotovelo um registro a todos nós,ainda,brasileiros.Parabéns mestre Hélio Fernandes.
Este era o Governo Democrático,chefiado por João Goulart e seus correligionários.Os pelegos,”os generais,e os almirantes do Povo”.A sargentada pregando a baderna e prendendo ministros do Supremo Tribunal Federal,em Brasília,quando se dirigiam para o trabalho.O grande democrata Leonel Brizola,discípulo do caricato Dr.Getúlio,pregando o fechamento do Congresso Nacional,a censura à Imprensa,a prisão de jornalistas.Planos para sequestrar e assassinar o governador Carlos Lacerda.O movimento militar de 64,com todos os seus defeitos,antes de ser um golpe,foi um contra-golpe.Perto dos que comandavam o Brasil daquela época,o general Médici e o Almirante Pena Boto podem ser considerados verdadeiros liberais…
Bravo Jornalista Helio Fernandes, o que nós, seus admiradores podemos dizer com toda certeza, é que, se tivéssemos um Presidente mais culto e interessado em aprender com quem têm história, respeitasse aqueles que já fizeram muito por nosso Pais, a Tribuna da Imprensa já estaria de volta as bancas.
Parabéns Nobre Hélio Fernandes.
Hélio, Nestes 47 anos canalhas foram direto para o inferno. Covardões puniram você, o jornalismo, a democracia, a inteligência e o bom senso. Ordinários sem autoridade nem gabarito para engraxar teus sapatos. Sumiram, mas Deus de manteve firme e forte na trincheira, defendendo a coletividade. Forte abraço. Pena que não possa fazê-lo pessoalmente.
“Este era o Governo Democrático, chefiado por João Goulart e seus correligionários. Os pelegos, os generais, e os almirabntes do Povo”.
Você pensa assim mesmo, ou foi assim que você foi treinado a pensar?
A direita fascista reacionáris, entreguista, radical, preconceituosa e traidora encontrou solo fértil em sua mente!
Só que ela está foi enterrada no passsado.
Chamar os jovens brasileiros que não fugiram do dever do serviço militar de “sargentada” merece dersprezo!
Weneck, sua origem é democrática?
Pena Boto atuou muito antes do GOLPE MILITAR DE 1964, nada teve a ver com ele.
O único almirante considerado pela própria tropa (Fuzileiros Navais) como Almirante do Povo foi o Almirante Aragão, mais nenhum, infelizmente.
De novo: Você pensa assim mesmo, ou é assim que foi treinado a pensar?
Sr.Paulo Solon.
Respondendo a sua pergunta:PENSO ASSIM MESMO.
Agora a minha vez de perguntar.A esquerda totalitária,entreguista,recalcada,radical,preconceituosa e traidora encontrou solo fértil em sua mente?
Aprenda a ler.Ou leia sem ódio.Jamais afirmei que o bravo e destemido Almirante Pena Boto participou do movimento de 64.Apenas ironicamente disse que ele, perto de seu VENERADO,CULTO,INTELIGENTE E BRILHANTE,”ALMIRANTE DO POVO”,poderia ser considerado um liberal.Outra coisa,onde afirmei que os jovens que prestavam serviço militar àquela época eram SARGENTADA?
SARGENTADA,Sr.Solon era aquele bando de desordeiros que tentavam subverter a disciplina e a hierarquia de nossas Gloriosas Forças Armadas e que tinham no Almirante Aragão,como o senhor,o seu ídolo maior.
Uns como eu admiram o Almirante Pena Boto,homem íntegro e patriota,que não tinha medo de expor suas idéias,certas ou erradas.Outros como o senhor,preferem o Almirante Aragão.Questão de gosto e que deve ser respeitada.É assim que funciona a Democracia.
nImagine o que seria se os senhores tivessem tomado o Poder naquela época.Não teria sobrado nínguem do outro lado.Quando vejo sua ira insana,fico pensando que o movimento de 64,não passou de uma quermesse ao estilo da “Liga das Senhoras Católicas”.Realmente o Sr. me convenceu,(EU TINHA DÚVIDAS) que o que aconteceu em 64,não foi um Golpe,mas sim um Contra-Golpe.Muito obrigado mesmo por ter me esclarecido.
Boa tarde.Um excelente fim de semana e muita saúde para sonhar,com o Almirante do Povo e a República Sindicalista e Totalitária,que os senhores não coseguiram implantar no Brasil.Agora já era.Até o Governo do PT é o preferido dos banqueiros e D.Lily Marinho,oferece um chá,para a “guerrilheira” Dilma Roussef,em sua aprazível mansão no Cosme Velho.
Encontrou. Mais, muito mais do que a direita fascista e traidora. Sou pior do que isso que o senhor está insinuando. Aprenda a ler nas entrelinhas.
E não desperdice sua chance de votar no Serra.
Passe bem.