Minha nota de hoje sobre nomeações do ministro-presidente do TSE, repercutiu imediatamente. Foram falar com Lewandowski: “O senhor não pode nomear um motorista para cargo de perícia médica, absurdo”.
E o ministro, amavelmente (?): “Podem ficar tranquilos, é só para constar na sua ficha”. Espantoso. Como se o diretor de uma grande hospital nomeasse um advogado como auxiliar do “Cirurgião-Chefe”. Esperam a ANULAÇÃO de tudo.









Caro Hélio, os dois poderes da república [república?] que tudo pode sem que nada lhes aconteça são exatamente o judiciário e o executivo, cumpliciados que são e o foram até na ditadura, quando tudo era benzido pelo supremo.
Gostaria de lembrar aqui e até pedir ao Hélio que comentasse o episódio da votação do AI5, que teve apoio do hoje maior conselheiro [um tipo Nicolo Machiaveli moderno] e amigo de ombro do presidente…
Pontes de Miranda, quando comentou a emenda constitucional que “tornou legítimo o golpe” e também o código tributário nacional –do Delfin –,foi um dos pouquíssimos juristas a bater firme quando da edição dos primeiros atos institucionais. Os generais precisavam legitimar o golpe e lançaram mão desse instrumento. Os puxa-sacos encontravam argumentos par a sedimentar o caminho dos militares dentro de alguma legalidade possível com esses atos.
TSE? Não existe mais… Tá tudo comprado!
Se fosse exigido o exame psicotécnico dos candidatos à Presidência, o que seria da dona Dillma??
Nem na ditadura isso acontecia, nomeação de um motorista para cargo exclusivo de médico. Acabou o Brasil.
A justiça do Brasil é o terror de quem trabalha paga imposto e freguenta igreja!!!