Carlos Chagas
Era para ter sido manchete de seis colunas na primeira página, com direito a editorial, entrevistas variadas e repercussão imediata no Congresso. Infelizmente, a matéria ganhou um pé-de-página no final do noticiário político, aliás, página 17. Dirão uns estar o Congresso de recesso. Outros, que a sucessão presidencial prende muito mais as atenções.
Mesmo assim, louve-se a “Folha de S. Paulo”, que em sua edição de domingo, publicou pequena reportagem informando a existência de um relatório entregue pela ABIN à presidência da República, dando conta de que governos estrangeiros, ONGs e o Conselho Indígena estimulam a criação de um “estado independente” em Roraima, com autonomia política, administrativa e judiciária.
Trata-se da Reserva Indígena Raposa\Serra do Sol, onde há alguns anos cidadãos brasileiros só entram com a aprovação de ONGs alienígenas, região da qual foram expulsos fazendeiros plantadores de arroz.
A acusação não partiu de aventureiros, de grileiros ou de garimpeiros interessados em explorar aquele território entregue aos índios, 46% do estado de Roraima. Deveu-se à Agência Brasileira de Inteligência, instituição respeitada até por haver desfeito os erros e abusos de seu antecessor, o SNI.
A constatação é gravíssima, aqui e ali já denunciada especulativamente, mas agora inequívoca por sua origem. O relatório encontra-se no Gabinete de Segurança Institucional, funcionando no palácio do Planalto e diretamente subordinado ao presidente da República. Não pode ser descartado nem engavetado. Pelo contrário, deveria ser distribuído aos ministérios da Defesa, Relações Exteriores, Justiça e ao Congresso, para providências. Acima de tudo, porém, para conhecimento da opinião pública e das entidades da sociedade civil, como CNBB, OAB, ABI e congêneres.
O que se pretendem em Roraima, com óbvia participação de governos estrangeiros e ONGs financiadas por multinacionais, é incrementar a escalada em curso: de reserva indígena passou-se a território autônomo, agora para estado independente e, logo, para nação soberana. Melhor dizendo, nações, porque são várias as reservas indígenas espalhadas pela Amazônia, quase sempre na fronteira.
Uma organização internacional qualquer poderá encarregar-se de reconhecê-las, no devido tempo, como repúblicas soberanas.
Índios com PHD na Holanda ou nos Estados Unidos seriam “presidentes”, as diversas etnias formariam os “partidos políticos” e enviariam representantes para o “Legislativo”, a “Suprema Corte” e penduricalhos.
O mais importante nessa farsa é que as “nações indígenas”, sem recursos, celebrariam convênios com as nações ricas e obsequiosas, encarregadas de prover o seu desenvolvimento através de contratos de concessão para exploração do subsolo rico em minerais nobres, do nióbio ao urânio. Sem esquecer a biodiversidade. Conseqüência natural seria que os “irmãos do Norte” cuidassem também da defesa dessas nações, contribuindo com suas forças armadas.
Até pouco, nem governos nem elites nacionais davam atenção aos poucos alertas divulgados, fosse por ignorância, soberba ou más intenções. A partir de agora, não dá mais para empurrar a sujeira embaixo do tapete, risco tão óbvio quando abominável. Com a palavra o presidente Lula.
Pomada maravilha
Décadas atrás, chamava-se “pomada maravilha”, comprada nas farmácias para todo tipo de males. Dor de cabeça, contusões, pedra nos rins, apendicite, malária, gota e doenças as mais variadas curavam-se passando a “pomada maravilha”.
Hoje, a panacéia nacional chama-se “horário de propaganda gratuita no rádio e na televisão”. Já repararam que candidatos, chefes de campanha, assessores, marqueteiros, partidos e toda a parafernália eleitoral perdem tempo e jogam suas esperanças de vitória no período a se iniciar a 17 de agosto?
Tudo vai mudar quando começar a propaganda gratuita, prometem. Os candidatos ganharão seu perfil, as mensagens se transformarão em verdades absolutas, os programas despertarão entusiasmo em platéias extasiadas. Todo mundo votará neles.
De José Serra a Dilma Rousseff, sem esquecer Marina Silva nem os outros sete postulantes à presidência da República, mais os milhares de postulantes a outros postos eletivos, não há um só que deixe de depositar suas esperanças na versão eletrônica da “pomada maravilha”.
De novo em dois comícios
Amanhã o presidente Lula deverá estar em Natal, Rio Grande do Norte, para inaugurações, mas à noite comparecerá ao comício de Dilma Roussef, coincidentemente na cidade.
Sexta-feira, depois de encontro com os presidentes do Paraguai e Uruguai, na fronteira, está prevista outra coincidência: em Porto Alegre, à noite, mais uma vez o presidente subirá no palanque da candidata.
O serviço jurídico da campanha de Dilma, de um lado, e a Advocacia Geral da União, de outro, concordam em que o Lula deve precaver-se, fazendo anotar as despesas de seu deslocamento, nas duas capitais, do local onde se hospedará depois de cumprir a agenda oficial, até os comícios, bem, como a volta. Aluguel de carros, pagamento dos seguranças e detalhes correlatos devem ser explicitados e saldados através do PT. Imaginam os advogados à disposição da candidata e do chefe do governo poderrm evitar denúncias à Justiça Eleitoral sobre participação indevida na campanha, como abuso de poder.
Essa cautela funcionou na reeleição do Lula, em 2006, como havia funcionado antes, quando Fernando Henrique disputou o segundo mandato. Naquelas oportunidades, voaram para diversas regiões do país em aviões comerciais fretados, participando de caravanas onde não se viam automóveis oficiais e subindo em palanques armados pelos respectivos partidos. Foi até mais complicado fazer as contas, mas elas acabaram aprovadas.
A pergunta que se faz é esses cuidados bastam para ocultar o principal, no caso, a presença do presidente da República na campanha, que a lei proíbe. Discute-se a versão de que fora da hora do expediente, o personagem se transfigura, tornando-se um cidadão comum, na posse do direito de expressar livremente seu pensamento e suas tendências. Não parece fácil, dada a evidência de que presidente é presidente em tempo integral, 24 horas por dia. Mesmo assim, a ninguém será dado imaginar outra punição ao Lula que não as desmoralizadas multas, das quais seus advogados recorrem.









Caro Chagas, e …………para breve futuro a filial copiando a matriz no “DESCAMINHO” para a pretendida desmoralização e sujeição dessas mesmas “novamente” enganadas nações: http://veja.abril.com.br/261197/p_061.html
“Jogatina na taba
Com renda dos cassinos, índios americanos
compram espaço no jogo político
Fred Melo Paiva
Cento e vinte anos depois de trucidar o 7º Regimento de Cavalaria na batalha de Little Bighorn sem com isso escapar do confinamento em reservas, os índios americanos descobriram uma arma muito mais eficiente para fazer valer seus interesses em Washington: dinheiro. A nova estratégia ficou evidente neste mês, quando a comissão do Congresso que investiga as contribuições da campanha para a reeleição do presidente Bill Clinton encerrou seu trabalho depois de encontrar apenas um indício concreto de favorecimento a um doador. Os beneficiários da maracutaia não são chineses ou indonésios, como se especulava, mas cinco tribos indígenas do Estado de Minnesota. Donos de lucrativos cassinos, os índios doaram ao Partido Democrata 230.000 dólares no ano passado. O que receberam em troca, suspeita o senador Fred Thompson, chefe da comissão, foi o veto do governo federal à construção de um cassino concorrente nas terras indígenas de Wisconsin, o Estado vizinho.
O caso vai ser agora investigado por um promotor especial, nomeado pelo Ministério da Justiça, mas já serviu para mostrar que as tribos não estão aí por miçangas. O que colocou os guerreiros peles-vermelhas no jogo político americano foi a dinheirama levantada com a jogatina propriamente dita. Um terço das 557 tribos americanas explora algum tipo de jogo de azar, uma das poucas vantagens da relativa autonomia das reservas. É o tipo de negócio que depende da boa vontade das autoridades e está cercado de concorrentes. Assim, não restou aos índios outra coisa senão fazer o que faria qualquer americano esperto: contratar lobistas e tentar influenciar parlamentares. O maior contribuinte individual do Partido Democrata é uma tribo do Estado de Connecticut, com um cheque de 320.000 dólares.
Livres para jogar Só dez anos atrás o Congresso concordou que a soberania indígena nas reservas incluía liberdade para montar cassinos até mesmo em Estados onde o jogo é proibido. Virou febre, para desespero dos outros donos de cassino, que patrocinam vários projetos de lei para acabar com a jogatina na taba. “O tratamento especial dado às tribos é resultado do sentimento de culpa nacional pelas matanças do passado”, esbraveja o magnata Donald Trump, preocupado com o faturamento de seus próprios cassinos em Atlantic City. Os índios embolsaram 7 bilhões de dólares do meio trilhão que os americanos torraram com jogo no ano passado. É dinheiro suficiente para resolver a vida de 1,4 milhão de indígenas existentes no país. Mas as coisas não funcionam assim.
Só os cassinos mais bem localizados estão mesmo ganhando dinheiro (oito deles respondem por 40% de toda a arrecadação). Outros vivem à míngua ou foram arrendados a preço de ocasião para empresários brancos. Donos do Foxwoods, um salão de jogos instalado a duas horas e meia de carro de Nova York, os pequots faturaram no ano passado 600 milhões de dólares só com as máquinas caça-níqueis. Na outra ponta do país, junto da fronteira gelada com o Canadá, o cassino da nação Lummi fechou as portas dois meses atrás por falta de clientes. O resultado é que as reservas continuam miseráveis, com desemprego de 15%, três vezes a média nacional. Na reserva de Pine Ridge em Dakota do Sul, um lugar perdido longe do tráfego turístico, o cassino tribal fez pouca diferença. A área, habitada pelos lakota sioux, a tribo popularizada pelo filme Dança com Lobos, ainda se destaca nos anuários como uma das regiões mais pobres do país.”
Defender a Amazônia, em qualquer lugar e a qualquer custo
Lamentavelmente, o mundo sempre foi um verdadeiro faroeste e mais do que nunca após a 2ª guerra mundial materializado na agressiva política bélica norte-americana de ameaças, chantagens, invasões, devastações e torturas, tudo na insana busca de seus inescrupulosos interesses, como visto e comprovado na invasão militar do Iraque objetivando apossarem do petróleo iraquiano, também, na semelhante barbáries da invasão militar do Afeganistão, território riquíssimo em nióbio e outras estratégicas reservas minerais, inclusive petróleo.
Diante de todas essas tragédias que estamos presenciando, temos que tomar todos os cuidados possíveis para com a nossa Amazônia, em especial, com as riquíssimas jazidas minerais existentes dentro das imensas reservas indígenas, sempre cortejadas pelas ONG’s estrangeiras, uma incômoda presença. Cabe às nossas Forças Armadas fazer forte presença em toda a Amazônia, principalmente, nessas reservas indígenas, antes que seja tarde demais.
Poucos têm a verdadeira noção da importância, poder e respeito que a arma nuclear é capaz de conferir a uma nação. Trágico, mas verdadeiro. Só um louco não percebe isso. Não fosse Collor a mando dos EUA interromper bruscamente a pesquisa nuclear no Brasil, logo adiante complementado por FHC/PSDB ao assinar o tratado de não proliferação nuclear, o Brasil já teria fabricado os nossos próprios artefatos nucleares a exemplo da Índia, deste modo, impondo o devido respeito além de inviabilizar qualquer tipo de tragédia sobre o nosso riquíssimo território, detentor dos mais diversos tipos de riquezas naturais, inclusive, extensão territorial, água e petróleo.
lulla bonner
e dillma confusão
O jornal O Estado de São Paulo diz que Lula será o William Bonner de Dilma Roussef na TV quando começar o horário eleitoral. Vai fazer o papel de âncora da sua Dilma, porque ela não sabe falar. Não articula frases de forma correta. É verdade. Outra coisa que vão descobrir, finalmente, é que ela é péssima gestora, que todos os projetos coordenados em sua pasta, a Casa Civil, andam ao trancos e barrancos, uma bagunça, a começar pelas obras do PAC.
Serra todos conhecem. Todos estão “carecas” de saber quem é. Mas, e essa Dillma??. Alguém sabe REALMENTE quem é essa tal da dona Dillma??Uma hora ela se diz contra o aborto, outra hora diz ser a favor. Uma hora ela é contra a invasão de terras, outra hora a favor. Uma hora ela diz acreditar em Deus, outra hora diz não acreditar. Uma hora ela é a favor de um imprensa livre, outra hora diz ser necessário “controle” (sinônimo de censura) da imprensa. Assim não dá!!Quando vc precisa deixar seu filho com alguém, vc deixa com quem conhece ou com quem não conhece??Pense nisso…
Essa família Requião é fogo!!
deu no Claudio Humberto
27/07/2010 | 00:00
Escândalo:
roubo de dólares
intriga o Paraná
Ex-superintendente do Porto de Paranaguá e ex-secretário de Estado no Paraná, Eduardo Requião, homem forte do ex-governo do irmão Roberto Requião, levou sua ex-empregada a um cartório e ela assinou uma confissão de dívida e passou para ele seus bens, que teriam sido adquiridos com o produto do roubo de US$ 180 mil de sua casa. Ele denunciou Elizabeth Quintanilha Jorge à polícia em dezembro de 2009.
27/07/2010 | 00:00
Em prestações
Detida pela polícia do Paraná (Requião era governador), ela confessou o roubo ao longo de seis meses. E Eduardo nem percebia.
27/07/2010 | 00:00
Sinais exteriores
O irmão de Roberto Requião só notou o roubo por conta da mudança do padrão de vida da doméstica, que comprou bens – carros, casas etc.
27/07/2010 | 00:00
Dólares no armário
Elizabeth diz que haveria mais dinheiro em um armário no quarto de Eduardo, o que agora será investigado pelo Ministério Público do PR.
“Amazonia”
Não vi até agora a turma dos nacionalistas, que esbravejam contra o FHC por ter “vendido” estatais para os amigos, reclamar contra a pura e simples entrega da Amazonia para os estrangeiros. O FHC ainda “vendeu” as estatais para brasileiros, seus amigos claro, mas e o sr. Lulla que está literalmente doando as terras na Amazonia para estrangeiros ? Ninguém vai falar nada ? Estranho!
Sem falar que provavelmente essas doações encobrem algumas contas numeradas nos paraísos fiscais.
Caro Welinton.
Às vezes não entendo suas colocações. Todos sabemos que o comandante em chefe das Forças Armadas é o Presidente da República. Mas foi ele mesmo, o Sr. Lulla, quem ordenou que não se desse muita ênfase para este assunto.
A mídia está cheia de observações, colocações, denúncias, etc, de militares, quanto à essa questão da entrega da Amazônia para estrangeiros. E não é de hoje; há anos. E tem mais, militares que se reportam à esse assunto tem sido admoestados.
Portanto, o que está havendo aí ? Que passividade é esta por parte do PT sempre tão nacionalista ? Que passividade é esta por parte da mídia ? Está tão entupida de dinheiro público para publicidade que não se manifesta ? Mas quem dá a ordem, junto com a verba de publicidade, para que não se manifestem ?
E isto finalmente estourou porque a ABIN, nosso serviço de inteligência, deixou vazar. Caso contrário, o Palácio do Planalto continuaria escondendo o assunto e por Palácio, leia-se Sr. LULLA.
Portanto não há o que se falar em bomba atômica. Este governo “nacionalista” está entregando a Amazônia de mão beijada, sem bronca. E faz tempo. Mas só se fala das “vendas” do FHC e de que o Serra vai fazer o mesmo, mas não se fala da verdadeira DOAÇÃO que está sendo feita no presente sob nossas barbas.
Concordo plenamente com vc., Martim Fuchs. Se o que FHC fez é considerado crime de Lesa Pátria (inclusive nas palavras do Mestre Hélio Fernandes), que tipo de Crime é esses cometido pelo Sr. Lulla na Amazonia?? E porque será que a Imprensa se cala diante desse fato tão escabroso??Estará ela toda amestrada??
Chagas, o pior de tudo é você acreditar que a ABIN anda propalando o que investigou. Tudo boato, a reserva está demarcada conforme manda os artigos 231/232 da Constituição Brasileira. O resto é preconceito e racismo. É sabido por todos nós, que existem racistas como o senador Mozarildo Cavalcanti, senador de Roraima,que passou 10 anos no Senado instigando às Forças Armadas contra os índios da Raposa Serra do Sol. Mozarildo Cavalcanti foi denunciado pela ONU, como sendo o protetor do grileiro-arrozeiro Cézar Quartieiro, que mudou curso de rio e aterrou lagoas para suas plantações de arroz, inudando tudo com agrotóxicos. A relação de Quartieiro ( que já invadiu uma parte da Ilha de Marajó) com alguns militares é notória. Essas empresas precisam vender seus jornais. Estão metendo medo a medrosos.
Só o tempo dirá quem tem razão. Mas é bom o Brasil ficar de “olho vivo”, porque não obstante a perfídia de nossos políticos,empresários,etc,os gringos querem toda a riqueza da região,não se iludam.
Logo, logo, veremos parte do território brasileiro nos ser retirada, com a criação de uma “país” Yanomani, e AINDA veremos imbecis dizendo que: “nãããooo…isso tudo é preconceito…isso tudo é racismo….” A única dúvida que nos restará é se essa gente é imbecil apenas ou não passam de “Ixpertos” malandros se passando por imbecis….
A insatisfação na Reserva Serra do Sol,é como uma epidemia
que se alastra em escala geométrica.
Algumas etnias,já falam na criação de área independente das
demais E DO ESTADO DE RORAIMA.
O que se temia,a época da ‘demarcação contínua da reserva’,
começa a ser falado novamente !
Fala se inclusive,no apoio que receberiam da Venezuela,para
a INDEPENDÊNCIA !!!
ISSO È GRAVÍSSIMO !
Lula nada está doando em relação à Amazônia. Esra região começou a se descaracterizar como territòrio nacional exatamente com o governo FHC. Este, absolutamente entreguista, incompetente, desprepalado (mas ladino), insignificante (a não ser para duplicar seu mandadt), burro, pretencioso (uma combinação perigosa), tratou de assinar o famigerado Tratado de Não Proliferação Nuclear.
Um tratado, aliás, que já devia ter sido desassinado no papel. Na prática já foi, pois tenho certeza de que o Brasil há muito tempo já produziu o prototipo de sua bomba. O único presidente que deixou transparecer tal realidade foi justamente o Presidente Lula. Teve a coragem de defender abertamente a produção da bomba.
Sendo absoluto segredo de estado. talvez nem mesmo o Lulinha saiba que ela já existe. O que não existe, nem nunca existiu, é NÂO PROLIFERAÇÂO NUCLEAR.
Enquanto os EUA estão gasstando bilhões junto com a tal de coalizão em duas guerras sem sentido e sem vitória, seus serviços de “inteligência” estão com o macho virado para tais conflitos. Mas justamente por ter havido essas duas invasões, outros países estão trabalhando quietinhos na fabricação de sua bomba, o que hoje está ao alcance das mais parcas inteligência que trabalham com energia nuclear.
Concordo totalmente com Antonio Santos Aquino.
A NATO pretende se transformar em uma organização mundial. Mas nem aguenta vencer uma guerra (Afeganistão) que se arrasta por 10 anos. É muita pretenção. No emisfério Sul, a NATO nada vale. Falam de “inteligência”, falam de informação, mas só conseguiram descobrir a existência da nova organização islâmica AL SHABAB depois que esta promoveu terrível atentado explosivo durante a Copa do Mundo na África, matando 70 pessoas, tres semanas atrás, durante um dos jogos finais da Copa. AL-SHABAB (“os jovens”) é um grupo letal de militantes islâmicos da Somália. Se a Nato e os EUA nem sequer suspeitaram do preparo desse atentado terrorista em plena Copa do Mundo (abafado aqui pela imprensa fascista) como pensar que sabem quem tem ou não tem a bomba?
O Presidente Lula fez muito bem em anunciar que o Brasil pode produzir a bomba. Para quem sabe enxergar por trás das portas, é claro que o Brasil, se já não produziu, tem habilidade e recursos para fazê-lo da noite para o dia.
E o Presidente Lula recebeu aqui o Presidente Ahmadinejad.
por duas razões muito importantes. A primeira, em relação à bomba. A segunda como deterrência e dissuação contra um possível ataque terrorista na Copa de 2014 a ser realizada no Brasil. Se aproximando de um país islâmico, o Brasil coloca uma certa inibição, por não se mostrar hostil ao islamismo.
Se países da NATO e os EUA consideram a AMAZÕNIA um santuário ecológico, como se diz, não tem o menor cabimento produzir nesta região uma guerra DEVASTADORA e sangrenta, que é o que aconteceria se a região fosse tomada. Lembre-se da Guerra dos Farrapos. Quem pensar que brasileiro é bonzinho vai queimar as bolachas. Os Comandos Vermelhos, Verdes e Negros se unirão e a Amazônia vai virar um INFERNO.
Errata. Onde se lê “emisfério”, leia-se “hemisfério”.
Em razão de passar muito tempo por ano no exterior, até para ver o que acontece por lá, fiquei sem saber do que muda com o acordo ortogràfico.
Mas, em compensação, sei de muita coisa que a imprensa fascista tipo O Globo e O Estado de São Paulo não publica. Como exemplo, o atentado terrorista muçulmano da AL-SHABAB que matou na àfrica 70 pessoas, em um dos últimos jogos da Copa do Mundo deste ano.
“Amazonia”
Incrível. Nem para defender a Amazonia os brasileiros se unem. FHC já está há 8 anos SEM a caneta e a chave do cofre na mão. Esse tal de Lulla usa e abusa das duas neste período, que é longo, 8 anos. Nada fez para defendê-la, pelo contrário, as ONG’S estrangeiras deitam e rolam por lá. Mas a culpa é de quem ? FHC. Só rindo.
Mas aí, em vez de explicar o inexplicável silêncio desse governo hipócrita e mentiroso, começam a falar em bomba atômica, em guerrear quem se atrever, etc, em acabar com a democracia, paredão para todos os contrários e por aí a fora. Que pobreza de alternativas.
Será que somos mesmo uma república de mer…? Não acredito! Para dominar a Amazônia Legal só se houver um “holocausto atômico”. Não sendo assim a possibilidade de invadí-la é ZERO.Os índios demarcam fronteiras brasileiras, desde que Pedro Teixeira estendeu às fronteiras da colônia em terras espanholas no ano de 1637. Tudo foi possível porque a “união” das monarquias ibéricas em 1580 anulava naturalmente o “Tratado de Tordesilhas”. O marechal Rondon, descendente de índios borôro-terena,já na República, doutrinava: deixem os índios nas fronteiras.Uma pergunta que não quer calar. A Constituição Brasileira vale ou não vale? Outra coisa, com a demarcação da Raposa Serra do Sol, foi proibida a permanência de ONGs. Dá a impressão que o povo brasieiro é feito de gente “burra e frouxa”, que não conhece sua pátria e sua gente. Os índios são brasileiros e nunca foram problema; sempre foram solução.
Aquino.
“Outra coisa, com a demarcação da Raposa Serra do Sol, foi proibida a permanência de ONGs.”
Também está escrito na Lei: – É proibido roubar. E daí ? Começando pelos próprios guardiães da Lei no Brasil, os 3 departamentos da Corte, executivo, legislativo e judiciário, algum deles respeita ?
E se a possibilidade de invadí-la é ZERO, por que temos aqui nesta tribuna pessoas defendendo até a bomba atômica ?
E, a Amazonia está infestada de ONG’S estrangeiras. Podemos debater o que estão fazendo lá, mas negar é fazer o jogo do inimigo.
[...] CARLOS CHAGAS – Tribuna da Imprensa [...]
Todos estão falando da terra, não se os índios são a solução mas num dos comentários, um leitor fala da solução??? Americana de permitir cassinos. A legislação americana é completamente diferente da nossa, aqui isso não existe.
Mas o ponto é outro, as guerras para valer vão começar daqui a no máximo vinte ou trinta anos com um único objetivo, a agua, o bem mais precioso e aí, com certeza vai sobrar e muito para o Brasil
Fuchs, popularmente condenamos quem fala bobagens. Mas bobagens são ditas aos “rolos” todos os minutos. Acho que você está confundindo “orelha de elefante com folha de bananeira”. Quem tem medo de morrer, morre duas vêses. Uma que pensou; outra que morreu. Abobrinhas para cá e abobrinhas para lá.
Estamos reproduzindo o texto