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	<title>Comentários sobre: Resgate da memória do Presidente João Goulart</title>
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	<description>Helio Fernandes</description>
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		<title>Por: José Antonio</title>
		<link>http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6966&#038;cpage=1#comment-10665</link>
		<dc:creator>José Antonio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 12:57:11 +0000</pubDate>
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		<description>Registro que todos os meus comentários foram publicados. Obrigado, Hélio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Registro que todos os meus comentários foram publicados. Obrigado, Hélio.</p>
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		<title>Por: pedro</title>
		<link>http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6966&#038;cpage=1#comment-10642</link>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 23:14:32 +0000</pubDate>
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		<description>edsom khair está querendo aparecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>edsom khair está querendo aparecer.</p>
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		<title>Por: José Antonio</title>
		<link>http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6966&#038;cpage=1#comment-10636</link>
		<dc:creator>José Antonio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 19:25:00 +0000</pubDate>
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		<description>Hélio, você censurou meu comentário. Isso demonstra que não é melhor do que aquilo que combate. Serve também para confirmar a tese de que liberdade de imprensa não existe. Quando muito, existe liberdade para os dono de jornal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hélio, você censurou meu comentário. Isso demonstra que não é melhor do que aquilo que combate. Serve também para confirmar a tese de que liberdade de imprensa não existe. Quando muito, existe liberdade para os dono de jornal.</p>
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		<title>Por: Martim Berto Fuchs (64)</title>
		<link>http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6966&#038;cpage=1#comment-10614</link>
		<dc:creator>Martim Berto Fuchs (64)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 11:31:13 +0000</pubDate>
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		<description>Proposta de Jango ser reformista e não revolucionária. 
As &quot;reformas de base&quot; eram do Brizola, cujo modelo se baseava no que estava sendo aplicado em Cuba. Jango não passava de um estancieiro que se projetou na política nas costas do Getúlio Vargas. Nunca disse à que veio, no que tange à política trabalhista. Se apoiou nos sindicatos pelegos que o Getúlio copiou do Mussulini. 
Endeusar os Jucelinos e Jangos da torpe política brasileira é indiretamente apoiar a continuidade dos golpes no nosso país. Para todos efeitos, todos petistas defendem a tentativa de golpe perpetrada através do que pomposamente chamam de 3º PNDH, quando não passa de um golpe de Estado.
O que político nenhum apresenta, pelo menos nunca li, é um programa que contemple a sociedade dentro de um regime de liberdades reais e não apenas consentidas, juntamente com distribuição de renda em função do trabalho prestado. 
É sempre a mesma arenga: comunismo cretino e burro ou capitalismo selvagem. Não obstante ambos aplicarem a lei do mais forte. Num, o Estado subjuga, no outro, o capital. Em ambos, a sociedade é quem paga a conta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Proposta de Jango ser reformista e não revolucionária.<br />
As &#8220;reformas de base&#8221; eram do Brizola, cujo modelo se baseava no que estava sendo aplicado em Cuba. Jango não passava de um estancieiro que se projetou na política nas costas do Getúlio Vargas. Nunca disse à que veio, no que tange à política trabalhista. Se apoiou nos sindicatos pelegos que o Getúlio copiou do Mussulini.<br />
Endeusar os Jucelinos e Jangos da torpe política brasileira é indiretamente apoiar a continuidade dos golpes no nosso país. Para todos efeitos, todos petistas defendem a tentativa de golpe perpetrada através do que pomposamente chamam de 3º PNDH, quando não passa de um golpe de Estado.<br />
O que político nenhum apresenta, pelo menos nunca li, é um programa que contemple a sociedade dentro de um regime de liberdades reais e não apenas consentidas, juntamente com distribuição de renda em função do trabalho prestado.<br />
É sempre a mesma arenga: comunismo cretino e burro ou capitalismo selvagem. Não obstante ambos aplicarem a lei do mais forte. Num, o Estado subjuga, no outro, o capital. Em ambos, a sociedade é quem paga a conta.</p>
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		<title>Por: Luis</title>
		<link>http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6966&#038;cpage=1#comment-10605</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 04:45:51 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Helio,
Estou usando este comentário sobre Jango para levantar um outro ponto não muito comentado.
Ninguém (é forte - melhor - quase ninguém) na mídia (domesticada ou não) foca seu olhar crítico ao poder judiciário.
A crítica que faço é sobre o excesso de formalismo - dos ritos, processos e das interações - que preside as ações deste poder, desconsiderando o outro lado, a sua missão institucional que é a jurisdição propriamente dita (dizer e mandar cumprir o direito). 
Entendo que este poder tem sim uma grande responsabilidade sobre as ondas de lama que vez e sempre temos presenciado.
Se o judiciário fosse mais célere, sem duvida correria riscos e erraria, mas seria mais útil à sociedade brasileira. 
Note-se que nas questões patrimoniais, morais e administrativas eventuais injustiças podem ser revertidas com algum custo (indenizações) mas podem ser revertidas.
O que é e tem sido díficil de tolerar é a falta de hombridade e de posicionamento dos nobres julgadores, que escondem-se atrás do formalismo de nossas leis processuais e das palavras incompreeensíveis para a massa ignara ou patuléia.(royalties para Élio Gaspari)
Assim fazendo, equiparam-se àqueles funcionários públicos abjetos que pegos em desídia, alegam em sua defesa ou seguir as normas ou a falta delas, e que ao fim e ao cabo, não atendem a finalidade para a qual foram contratados. (querem apenas proteger a sua aposentadoria integral).
Atenciosamente,
Luis</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Helio,<br />
Estou usando este comentário sobre Jango para levantar um outro ponto não muito comentado.<br />
Ninguém (é forte &#8211; melhor &#8211; quase ninguém) na mídia (domesticada ou não) foca seu olhar crítico ao poder judiciário.<br />
A crítica que faço é sobre o excesso de formalismo &#8211; dos ritos, processos e das interações &#8211; que preside as ações deste poder, desconsiderando o outro lado, a sua missão institucional que é a jurisdição propriamente dita (dizer e mandar cumprir o direito).<br />
Entendo que este poder tem sim uma grande responsabilidade sobre as ondas de lama que vez e sempre temos presenciado.<br />
Se o judiciário fosse mais célere, sem duvida correria riscos e erraria, mas seria mais útil à sociedade brasileira.<br />
Note-se que nas questões patrimoniais, morais e administrativas eventuais injustiças podem ser revertidas com algum custo (indenizações) mas podem ser revertidas.<br />
O que é e tem sido díficil de tolerar é a falta de hombridade e de posicionamento dos nobres julgadores, que escondem-se atrás do formalismo de nossas leis processuais e das palavras incompreeensíveis para a massa ignara ou patuléia.(royalties para Élio Gaspari)<br />
Assim fazendo, equiparam-se àqueles funcionários públicos abjetos que pegos em desídia, alegam em sua defesa ou seguir as normas ou a falta delas, e que ao fim e ao cabo, não atendem a finalidade para a qual foram contratados. (querem apenas proteger a sua aposentadoria integral).<br />
Atenciosamente,<br />
Luis</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: José Antonio</title>
		<link>http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6966&#038;cpage=1#comment-10592</link>
		<dc:creator>José Antonio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 22:50:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6966#comment-10592</guid>
		<description>Quando há a possibilidade de &quot;indenizações&quot;, não faltam interessados. Jango em 1976 significava ameaça &quot;zero&quot;. Se doze anos antes, o único disposto a pegar em armas na defesa de seu governo era o cunhado Brizola, agora, no meio da década de 70, nem este juntaria mais que meia dúzia de gatos pingados para sustentar qualquer pretensão de retomada do poder. Sem falar que viviamos uma pax revolucionária e desenvolvimentista. Sem chance. 
Quando muito matéria para vender as finadas, O Cruzeiro e Manchete.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando há a possibilidade de &#8220;indenizações&#8221;, não faltam interessados. Jango em 1976 significava ameaça &#8220;zero&#8221;. Se doze anos antes, o único disposto a pegar em armas na defesa de seu governo era o cunhado Brizola, agora, no meio da década de 70, nem este juntaria mais que meia dúzia de gatos pingados para sustentar qualquer pretensão de retomada do poder. Sem falar que viviamos uma pax revolucionária e desenvolvimentista. Sem chance.<br />
Quando muito matéria para vender as finadas, O Cruzeiro e Manchete.</p>
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